A chuva e o vento tornaram-se o centro de todas as atenções. Assistimos à força destruidora da natureza que tudo nos dá, mas também tudo nos pode tirar em breves minutos. Assistimos à falta de luz, de água, de comunicações, bens cuja importância quase nos esquecemos até ao dia em que nos faltam. Assistimos à solidariedade imediata e generosa de quem não consegue ficar indiferente ao sofrimento do próximo.
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Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Que Deus nos ajude a sermos filhos e filhas dignos dos Pais que tivemos e que ainda temos.
Todos, todos, todos dão corpo à nossa democracia e merecem ser devidamente considerados.
Escutarmo-nos no mundo das famílias, do trabalho, das escolas, da política, da sociedade como um todo.
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