Era uma vez...
Foi ela, uma pequena criança, que nos revelou a urgência da presença de Deus na vida de todos nós.
Foi ela, uma pequena criança, que nos revelou a urgência da presença de Deus na vida de todos nós.
A Fé pede-nos esperança e confiança. Não estamos sós. Nunca estamos sós. Uns com os outros, todos com Deus.
É muito emocionante continuar a ouvir de todos os povos e geografias: “Obrigado Lisboa. Obrigado Portugal”..
Foi com emoção que entrei na Sé de Macau e ouvi rezar em português…
De repente, o novo milénio ficou coberto por uma espessa nuvem negra.
O conceito de Bem Comum, de que tanto falo e escrevo, precisa de ser refletido, desejado e protegido.
Sei que a presença de Deus não se mede pelas nossas medidas.
O nosso querido e saudoso Papa Francisco não se cansou de pedir pela Paz, até ao fim da sua vida.
O mais importante nas viagens Papais é o que fica no coração de cada um após o encontro com Pedro.
É uma boa notícia saber que as escolas portuguesas estão a dar passos consistentes nesta batalha.
Pensamos todos nos avós da Sofia, de 18 meses, que morreu em circunstâncias já de todos conhecidas.
Nunca saberemos quantas vidas se salvam pela generosidade de uma pessoa, naquele dia, hora, local.
Aprendendo com as derrotas, valorizando o caminho percorrido e regressando mais fortes.
O que nunca me deixa de surpreender, é constatar a forma, como nestes momentos de tragédia, pessoal e colectiva, a Esperança nasce e renasce.
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