O Verão chegou meio tímido, mas efetivamente chegou. Ao mesmo tempo chegam também dossiês sazonais que infelizmente se afirmam, ano após ano, pelas piores razões. São os malogrados incêndios e as ainda muitíssimo dolorosas memórias, em que vidas humanas pereceram… Mas também o exemplo da água e da consequente seca, que nos vai empurrando para um futuro muito diferente dos séculos de história que o passado nos revela.
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São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
O nosso tão amado santuário de Fátima é testemunha de tantas lágrimas, de tantos milagres e promessas cumpridas.
Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
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