page view

Ninguém sai à rua não vá uma bala furtiva... Em Viseu, um soldado da GNR foi ameaçado com tiros para o ar pelos amigos de "um indivíduo perigoso" que ajudou a capturar.

Em Eiriz aconteceu uma coisa diferente. Os tiros foram para baixo. Estavam os clientes do Café Novo a bebericar cerveja e a ver televisão quando um meliante, de caçadeira em punho, disparou para o chão antes de assaltar a caixa. Em Portimão, mal o primeiro-ministro saiu do Pavilhão do Arade logo sete balas embateram na cobertura metálica do recinto. Enfim, os atentados são como os chapéus. Há muitos.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

As palavras do meio

As palavras do meio rompem com os muros, os extremismos, as certezas radicalizadas.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8