O que está em causa nas votações é decidir se um médico que ajude alguém a antecipar a sua morte por se encontrar com uma doença incurável que lhe provoca um sofrimento insuportável deve ser preso.
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Por Carlos Rodrigues
Face ao seu antecessor marcou uma grande diferença: o fim do frenesim.
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Seria expectável que a liderança da principal polícia de investigação fosse tratada como prioridade absoluta.
Marcelo é o primeiro PR em que o pós-mandato vai definir a sua imagem.
Percebe-se o desconforto de quem lidera.
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