Marcelo critica o proteccionismo em discurso na ONU
Presidente da República contraria em absoluto opiniões de Donald Trump.
"Há duas visões diferentes sobre a realidade universal. Uma, de curto prazo, é uni ou minilateral, proteccionista, virada para um discurso interno eleitoralista, minimizadora do multilateralismo em tudo o que seja desenvolvimento sustentável, que nega as alterações climáticas, contrária aos ‘Pactos Globais’ sobre migrações e refugiados, sobretudo atenta à prevenção nos conflitos e na manutenção da paz onde e quando, pontualmente, lhe interessa, e interessa em termos de poder económico mais do que político", apontou o Presidente. Para Marcelo não há dúvidas de que a visão política multilateral é "favorável a uma crescente da governação global, empenhada no desenvolvimento sustentável, olhando para o Direito Internacional, a Carta e os Direitos Humanos". O chefe de Estado enfatizou a defesa por parte de Portugal do "multilateralismo reforçado, sempre", acrescentando: "Por isso, não compreendemos a tentação unilateralista, bem como o desinvestimento nas organizações internacionais. Representam uma falta de visão política que corre o risco de repetir os erros de há quase cem anos". Marcelo defende retoma do processo negocial israelo-palestiniano para solução de dois EstadosO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu na quarta-feira que "o bom senso convida a uma retoma do processo negocial credível" entre Israel e a Palestina "conduzindo a uma solução viável de dois Estados". O chefe de Estado afirmou que "a estabilização e a paz sustentadas no Médio Oriente exigem a resolução do conflito israelo-palestiniano". "O bom senso convida a uma retoma do processo negocial credível, encarando todas as questões do estatuto final, incluindo a questão de Jerusalém, e conduzindo a uma solução viável de dois Estados, assente na coexistência em paz e em segurança de Israel e da Palestina", acrescentou. No seu discurso, o Presidente da República falou também da situação na Síria, que qualificou de "dramática", com "um dos maiores fluxos de refugiados, na região e fora dela". Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, "só uma solução política, substantiva, inclusiva e mediada pelas Nações Unidas garantirá o efetivo e abrangente apoio internacional à reconstrução" da Síria.
O chefe de Estado enfatizou a defesa por parte de Portugal do "multilateralismo reforçado, sempre", acrescentando: "Por isso, não compreendemos a tentação unilateralista, bem como o desinvestimento nas organizações internacionais. Representam uma falta de visão política que corre o risco de repetir os erros de há quase cem anos".
Marcelo defende retoma do processo negocial israelo-palestiniano para solução de dois EstadosO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu na quarta-feira que "o bom senso convida a uma retoma do processo negocial credível" entre Israel e a Palestina "conduzindo a uma solução viável de dois Estados".
O chefe de Estado afirmou que "a estabilização e a paz sustentadas no Médio Oriente exigem a resolução do conflito israelo-palestiniano".
"O bom senso convida a uma retoma do processo negocial credível, encarando todas as questões do estatuto final, incluindo a questão de Jerusalém, e conduzindo a uma solução viável de dois Estados, assente na coexistência em paz e em segurança de Israel e da Palestina", acrescentou.
No seu discurso, o Presidente da República falou também da situação na Síria, que qualificou de "dramática", com "um dos maiores fluxos de refugiados, na região e fora dela".
Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, "só uma solução política, substantiva, inclusiva e mediada pelas Nações Unidas garantirá o efetivo e abrangente apoio internacional à reconstrução" da Síria.
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