Bolieiro diz que 25 de Abril abriu um "novo horizonte histórico"

Presidente do Governo Regional dos Açores afirma que este dia representa "uma conquista democrática em Portugal e nos Açores".

25 de abril de 2026 às 15:36
José Manuel Bolieiro Foto: Eduardo Costa/Lusa
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O presidente do Governo Regional dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, considerou, este sábado, que o 25 de Abril "abriu um novo horizonte histórico" e representa "uma conquista democrática em Portugal e nos Açores".

Segundo uma nota de imprensa do executivo açoriano, José Manuel Bolieiro tem sublinhado que o 25 de Abril "abriu um novo horizonte histórico", ao "restabelecer a liberdade e criar condições para que a autonomia dos Açores pudesse ser afirmada em democracia".

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O governante destaca a Constituição de 1976 como "um momento fundador", por reconhecer "com clareza e densidade" a autonomia político-administrativa do arquipélago dos Açores.

Também reconhece que esse enquadramento permitiu dotar a Região Autónoma dos Açores "de órgãos de governo próprio e de um espaço institucional legítimo" para "afirmar as suas especificidades e defender os seus interesses".

Ainda de acordo com a nota do executivo regional, o governante tem igualmente defendido que o 25 de Abril representa "uma conquista democrática em Portugal e nos Açores", cuja memória deve continuar a mobilizar a sociedade para a defesa da liberdade, da participação cívica e do aprofundamento da autonomia.

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O presidente do Governo Regional dos Açores participou, este sábado, na sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril de 1974, realizada na Assembleia da República, em Lisboa.

A cerimónia "voltou a assinalar uma das datas mais marcantes da história de Portugal, evocando o fim de décadas de ditadura e o início de um caminho sustentado na liberdade, na democracia e na participação dos cidadãos na vida pública", lê-se.

As comemorações deste ano decorrem num contexto simbólico, ao coincidirem com os 50 anos da Constituição da República Portuguesa e da autonomia regional, "dois marcos que resultam diretamente do processo democrático iniciado com a Revolução dos Cravos", concluiu.

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