PSP reforça segurança para separar dois grupos de manifestantes devido à visita oficial de Lula da Silva a Portugal

No início, a PSP foi obrigada a afastar os apoiantes do Chefe de Estado brasileiro do grupo de pessoas que está contra Lula da Silva na manifestação organizada pelo Chega.

21 de abril de 2026 às 12:51
Manifestação contra Lula da Silva junto ao Palácio de Belém Foto: Diogo Carreira
Manifestação contra Lula da Silva junto ao Palácio de Belém Foto: Diogo Carreira
Manifestação a favor de Lula da Silva junto ao Palácio de Belém Foto: Diogo Carreira
Manifestação a favor de Lula da Silva junto ao Palácio de Belém Foto: Diogo Carreira

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Mais de 20 agentes da PSP estão neste momento à frente do Palácio de Belém, em Lisboa, para separar dois grupos de manifestantes devido à visita oficial desta terça-feira do presidente do Brasil, Lula da Silva, a Portugal.

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FOTO: Ana Brigida/ AP
Protesto com cartazes contra Lula: "Lugar de ladrão"
FOTO: João Relvas/ EPA
Apoiantes de Lula da Silva manifestam-se com cartaz "Lula 2026"
FOTO: João Relvas/ EPA
Manifestação com cartazes onde se lê "Lugar de ladrão é na prisão"
FOTO: João Relvas/ EPA
André Ventura e Rui Rocha juntos num evento do Chega
FOTO: João Relvas/ EPA
André Ventura participa em protesto com apoiantes do Chega
FOTO: João Relvas/ EPA
André Ventura participa em protesto com cartazes contra Lula da Silva
FOTO: João Relvas/ EPA
Protesto com imagem de Lula vestido de prisioneiro e algemas
FOTO: João Relvas/ EPA
Manifestação com cartazes de Lula da Silva, com algemas
FOTO: João Relvas/ EPA
Manifestantes protestam contra Lula, com cartazes que o apelidam de ladrão e exigem a sua prisão
FOTO: João Relvas/ EPA
Manifestantes protestam com cartazes de Lula e bandeiras de Portugal
FOTO: João Relvas/ EPA
Manifestação pró Lula 2026 com apoiantes e bandeiras de Portugal
FOTO: João Relvas/ EPA
Protesto com cartazes de Lula da Silva vestido de prisioneiro
FOTO: João Relvas/ EPA
André Ventura protesta contra Lula da Silva em Portugal
FOTO: João Relvas/ EPA
Protesto pede prisão para alegados ladrões e tolerância zero à corrupção
FOTO: João Relvas/ EPA
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No início, a PSP foi obrigada a afastar os apoiantes do Chefe de Estado brasileiro do grupo de pessoas que está contra Lula da Silva na manifestação organizada pelo Chega. “Lula volta para o Brasil, para cumprir a tua prisão”: ouvia-se no grupo onde já estavam deputados do Chega. Do outro lado gritava-se o oposto: “Lula ladrão, roubaste o meu coração”.

Na manifestação convocada pelo Chega contra a presença do Presidente do Brasil em Lisboa gritou-se pelo partido e também pelo seu líder, André Ventura.

Os manifestantes, entre os quais vários deputados e dirigentes do Chega, gritaram "Lula ladrão, o teu lugar é na prisão", "Lula, ouve lá, não te queremos cá" ou "vergonha, traição, cadeia é solução", e chamam pelo anterior Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.

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Levantam também cartazes com a imagem do Presidente brasileiro vestido com riscas brancas e pretas, como se estivesse atrás das grades. Noutros cartazes lê-se ainda "lugar de ladrão é na prisão" ou "tolerância zero à corrupção", com as imagens de Lula e do antigo primeiro-ministro José Sócrates.

Estes apoiantes têm, igualmente, bandeiras do Chega, do Brasil e de Portugal, e algemas.

Também no jardim Afonso de Albuquerque, do outro lado da estrada em frente ao Palácio de Belém, estão concentrados mais de uma centena de apoiantes de Lula da Silva, na maioria brasileiros, com bandeiras e t-shirts do Partidos dos Trabalhadores (PT), partido do chefe de Estado brasileiro, e também com a sua cara, além de bandeiras do Brasil e de Portugal.

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Estes manifestantes têm uma faixa onde se lê "Lula, Portugal te recebe de braços abertos" e outra "Lula 2026" e vão gritando "Lula, guerreiro do povo brasileiro", "Portugal tem futuro com Lula e Seguro" ou "olé, olá, Lula, Lula".

Ambas as concentrações estão delimitadas por grades e fitas da polícia, e no local está um forte dispositivo policial, mais concentrado do lado dos apoiantes de Lula.

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