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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Administrador desculpa Salgado

Três membros da família sabiam do buraco financeiro da ESI.

13 de fevereiro de 2015 às 08:31

João Martins Pereira, o ex-administrador executivo da Espírito Santo Financial Group que foi pivô de Ricardo Salgado durante o tsunami que afetou o GES, validou o depoimento do contabilista sobre os nomes que tinham conhecimento do buraco nas contas da ESI, mas não comprometeu o antigo patrão. Numa reunião no Luxemburgo com os advogados da família Espírito Santo, o contabilista Francisco Machado da Cruz afirmou que Ricardo Salgado, José Manuel Espírito Santo e Manuel Fernando Espírito Santo, além de José Castella, sabiam da situação financeira da ESI, com uma dívida camuflada de 1300 milhões.

João Martins Pereira acompanhou a primeira parte da reunião do contabilista com os advogados da família Espírito Santo. Aos deputados da comissão de inquérito ao BES/GES explicou que o contabilista afirmou naquele encontro que "havia pessoas que tinham conhecimento de que a dívida não estava refletida, apesar de não saberem o montante". "Não creio que Machado da Cruz tenha dito quem era o responsável", sublinhou ainda o mesmo responsável.

Apesar da ressalva, João Martins Pereira contou alguns detalhes sobre o encontro. "O que Machado da Cruz disse na minha presença foi que havia três pessoas que sabiam, além de José Castella, que a dívida não estava contabilizada, mas não sabiam o montante". E citou os nomes referidos pelo contabilista: "Ricardo Salgado, José Manuel Espírito Santo e Manuel Fernando Espírito Santo". 

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