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Alegações de assédio contra Cotrim de Figueiredo conhecidas na IL há dois anos

Candidato diz que o querem “abater”, que acusações são falsas e avança já com queixa-crime.

14 de janeiro de 2026 às 01:30

As alegações de que Inês Bichão terá sido vítima de assédio sexual por João Cotrim de Figueiredo eram conhecidas na Iniciativa Liberal há cerca de dois anos. A informação foi avançada pelo ‘Observador’ e corroborada por fontes ouvidas pelo CM, que apontam o caso como motivo para a ex-assessora ter pedido a exoneração de funções.

A advogada, de 30 anos, trabalhou para o grupo parlamentar da IL entre abril de 2022 e outubro de 2023, quando o agora candidato a Belém era deputado. Questionado sobre quando tomou conhecimento das acusações, que só foram feitas nas redes sociais no domingo, o partido disse ao CM que “não vai alimentar uma campanha suja que decorre neste momento por via das eleições”. Cotrim associou também a denúncia a uma “manobra política”.

“Querem-nos abater”, afirmou, insistindo que as alegações são falsas e que vai apresentar uma queixa-crime por difamação antes do fim da campanha. Sobre o cargo de Bichão no Governo , considerou ser “relevante” saber se “num órgão de soberania da Nação está alguém que publica mentiras”. Trinta mulheres, entre as quais ex-deputadas, assinaram uma carta aberta, garantindo que “nunca vivenciaram ou presenciaram comportamentos inadequados”.

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