page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Assembleia Municipal de Lisboa aprova saudações a 25 de Abril e 1.º de Maio

Apenas o voto do PSD foi rejeitado com os votos contra de PS, Chega, Livre, PCP e PEV e a abstenção do BE.

28 de abril de 2026 às 21:06

A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou esta terça-feira vários votos de saudação ao 25 de Abril, tendo sido rejeitado apenas o do PSD, e ao 1.º de Maio, 'chumbando' a maioria do voto do PCP.

Os deputados municipais discutiram esta terça-feira votos de saudação ao 25 de Abril apresentados por PAN, PS, Livre, PSD, BE, PEV, PCP, IL e CDS-PP e ainda uma recomendação do Livre para a criação de um Plano Municipal para a Democracia.

Apenas o voto do PSD foi rejeitado com os votos contra de PS, Chega, Livre, PCP e PEV e a abstenção do BE.

O deputado socialista Miguel Coelho justificou o sentido de voto com a introdução nos considerandos do voto do PSD de um "julgamento político sobre a forma como as ex-colónias são esta terça-feira geridas", que o PS considerou "inaceitável".

Já o Chega, o único partido que não entregou nenhum um voto sobre o 25 de Abril, votou contra todos os textos apresentados, exceto no caso do documento do CDS-PP, em que se absteve, afirmando não concordar com os considerandos expressos.

"Enfatizo ter votado contra os documentos apresentados e não contra os acontecimentos de há 52 anos. [...] Se estamos hoje aqui a discutir o 25 de Abril é ao 25 de Novembro que o devemos", afirmou o deputado Luís Pereira Nunes (Chega).

Foram ainda aprovados os votos de saudação ao 1.º de Maio, Dia do Trabalhador, apresentados pelo PAN, PS, PSD, BE, PEV, IL e CDS-PP, enquanto que o do PCP teve apenas um dos pontos aprovados e os restantes três 'chumbados' com os votos contra do PSD, IL, CDS-PP e Chega.

Na sessão desta terça-feira, foram igualmente aprovadas as moções do CDS-PP "pela não admissão de influenciadores com conteúdos sexualizados nas escolas" (com os votos contra de PCP, BE e PEV e a abstenção do PS) e do PS "sobre a participação de "influenciadores digitais" em contexto escolar" (com os votos contra do Chega e do PCP e a abstenção do PEV).

Em causa está uma investigação publicada pelo Público, que revelou que diversos estabelecimentos de ensino, incluindo dois em Lisboa, receberam influenciadores digitais com atividade associada à produção ou promoção de conteúdos pornográficos.

O Ministério da Educação admitiu a abertura de averiguações e a eventual intervenção da Inspeção-Geral da Educação e Ciência para apurar responsabilidades.

Para o PCP, que votou contra as duas moções, as preocupações manifestadas "são legítimas", mas considerou que os documentos pretendem criar figuras de autoridade que na prática já existem e que "não é limitando a participação dos estudantes" que se aborda esta questão.

No início da reunião, foram aprovados por unanimidade os votos de pesar do CDS-PP, PS e da Mesa da AML, respetivamente pela morte de Francisco Cavaleiro Ferreira, antigo deputado à Assembleia da República eleito pelo CDS-PP, pela morte do bailarino e coreógrafo de teatro de revista Mário Valejo e pela morte de Fernando Manuel Moreno d'Eça Braamcamp, antigo presidente da Junta de Freguesia do Areeiro (PSD).

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8