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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Banca marca discurso na corrida a Belém

Marcelo fala em "heranças complicadas do passado".

30 de dezembro de 2015 às 13:38

O tema da Banca marcou esta terça-feira o discurso dos candidatos às eleições presidenciais. Para Marcelo Rebelo de Sousa há "um sinal de determinação do Governo" em resolver a situação de algumas "heranças complicadas de anos passados", como é o caso do Banif e do Novo Banco.

O ex-líder do PSD manifestou ainda preocupação quanto ao "dinheiro público envolvido" no prolongamento do prazo de venda do Novo Banco.

Mais modesta nas palavras, a candidata presidencial Maria de Belém Roseira disse esperar que haja uma "atuação atempada e rápida" no caso do Novo Banco, sublinhando a necessidade de se encontrar a solução que melhor preserve a estabilidade do sistema financeiro.

"Uma atuação atempada e rápida é algo que nós devemos esperar, penso que o Governo está a atuar nesse sentido", afirmou a antiga presidente do PS.

Já Marisa Matias optou por criticar o espanto do "professor" Marcelo Rebelo de Sousa em relação aos orçamentos de campanha. "Compreendo que quem foi pago ao longo de dez anos [para fazer campanha] se choque com quem não foi pago", frisou a candidata apoiada pelo Bloco de Esquerda.

Também o candidato Henrique Neto apontou baterias ao social-democrata, acusando Marcelo de querer "parecer de Esquerda".

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