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Carneiro diz que pacto para a saúde proposto por Seguro prova falhanço do Governo

Secretário-geral socialista defendeu que o PS não é oposição, mas alternativa ao Governo e deixou várias críticas ao executivo.

30 de abril de 2026 às 23:56

O secretário-geral do PS afirmou esta quinta-feira que o pacto para a saúde proposto pelo Presidente da República é a melhor demonstração do falhanço do Governo na matéria e sublinhou que os socialistas não são oposição, mas sim alternativa.

Segundo informação adiantada à Lusa por fontes socialistas, estas foram algumas das ideias defendidas por José Luís Carneiro na sua intervenção na Comissão Política Nacional do PS desta noite, a primeira com a nova composição.

O secretário-geral socialista defendeu que o PS não é oposição, mas alternativa ao Governo e deixou várias críticas ao executivo, na execução da resposta às tempestades, e em áreas como a habitação, saúde e economia.

Sobre a questão da saúde, José Luís Carneiro defendeu que o pacto estratégico proposto pelo Presidente da República, António José Seguro, é uma demonstração do falhanço do executivo e disse que o último Governo socialista tinha em curso uma reforma do setor que foi interrompida pelo atual executivo.

Carneiro definiu também nesta reunião que a habitação deve ser a grande prioridade do PS nos próximos anos.

Sobre os apoios às vítimas da tempestade, o líder do PS reiterou parte do que disse aos jornalistas à entrada para a reunião, acusando o Governo de insensibilidade e de estar desligado dos portugueses.

O secretário-geral do PS criticou ainda as palavras do primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre os dados do INE relativos à inflação de abril, que disse não haver "motivo para alarme".

Em relação à economia, Carneiro falou da queda das exportações e da subida das importações, dados que diz significarem perda de competitividade do país, e alertou ainda para o risco de Portugal vir a perder um terço dos valores do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) a que tinha direito.

O socialista apontou ainda a diminuição do investimento estrangeiro e o impacto do turismo e do imobiliário na subida dos preços das casas e defendeu que a perda de competitividade da economia "não se ataca com a diminuição de direitos e da dignidade".

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