CDS considera demissão de Azeredo Lopes inevitável e tardia

Partido de Assunção Cristas falou sobre a demissão do ministro da Defesa.
Por Lusa|12.10.18
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O CDS-PP considerou que a demissão do ministro da Defesa Nacional, na sequência do caso do furto de armas de Tancos, anunciada esta sexta-feira, "era inevitável, é tardia e muito reveladora".

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da bancada centrista João Almeida afirmou que a saída de Azeredo Lopes era inevitável.

"Porque, fomos os primeiros a dizê-lo, a desvalorização do que aconteceu em Tancos feita pelo ministro da Defesa tornou insustentável a sua permanência no Governo, pelo que representava em si, e por ter entrado em contradição com outros membros do Governo que consideravam grave o que tinha acontecido", disse.

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