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Correio da Manhã

Política
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Costa garante maior despesa no setor da defesa

Só com fundos da União Europeia Portugal chegará a 1,98 por cento do PIB em 2024.
José Castro Moura 4 de Setembro de 2018 às 10:56
António Costa
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O primeiro-ministro, António Costa, garantiu ontem, mais uma vez, que Portugal vai cumprir os compromissos assumidos no quadro da Nato e da União Europeia no que respeita ao investimento na Defesa.

Na cerimónia militar comemorativa do dia do Estado-Maior-General das Forças Armadas, realizada, pela primeira vez, junto à Torre de Belém, em Lisboa, o chefe do Governo advertiu, no entanto, que apenas com fundos comunitários Portugal se aproximará da meta estabelecida pela aliança atlântica de dois por cento do Produto Interno Bruto.

Apenas nesse cenário Portugal chegará a 1,98 por cento em 2024, afirmou Costa perante os militares. Caso contrário, o Governo estima ficar por 1,66 por cento da riqueza nacional.

O aumento da despesa nas Forças Armadas é "um desafio" que deve ser encarado como "oportunidade", acrescentou o chefe do Governo, prometendo direcionar "sempre que possível" a despesa para o "robustecimento do sistema científico e tecnológico", promovendo "a criação de emprego e estimulando as exportações".

António Costa salientou ainda "os avanços extraordinários" na defesa europeia ao longo do último ano.

Antes do primeiro-ministro, o almirante António Silva Ribeiro, Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, garantiu que os militares continuarão a buscar formas "engenhosas" de cumprir com as missões apesar das circunstâncias "desafiantes" devido às limitações financeiras, num recado ao poder político sobre a penúria financeira e a falta de efetivos nas fileiras.
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