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Correio da Manhã

Política
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Cristas lembra que já tinha pedido saída de secretários de Estado e pede a Costa "remodelação profunda"

Líder do CDS-PP volta a pedir a cabeça dos ministros da Defesa e da Administração Interna.
10 de Julho de 2017 às 11:53
Assunção Cristas voltou a pedir demissão de ministros
Assunção Cristas
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Assunção Cristas voltou a pedir demissão de ministros
Assunção Cristas
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Assunção Cristas
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Assunção Cristas voltou a pedir demissão de ministros
Assunção Cristas
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Assunção Cristas
Assunção Cristas
A presidente do CDS-PP comentou esta segunda-feira a demissão dos três secretários de Estado envolvidos no processo das viagens pagas pela Galp para ver jogos do Euro 2004. "Já na altura dissémos que os secretários de Estado deveriam sair do Governo, e o tempo veio dar-nos razão", disse Assunção Cristas, durante uma visita aos concelhos atingidos pelos fogos de Pedrógão Grande.

A líder dos centristas aproveitou para pedir a António Costa uma "remodelação mais profunda" do governo, insistitndo na saída de dois ministros. Cristas voltou esta segunda-feira a defender, em Figueiró dos Vinhos, a demissão dos ministros da Defesa e da Administração Interna e considerou que a demissão dos três secretários de Estado "vem tarde".

"Espero que o primeiro-ministro tire daqui lições e não cometa os mesmos erros e, olhando para o conjunto do seu Governo, em que tem membros de tal forma fragilizada que fragilizam todo o Governo, (...) que aproveite esta saída dos secretários de Estado e que inclua o ministro Defesa e a ministra da Administração Interna", afirmou Assunção Cristas.

A líder do CDS-PP falava aos jornalistas à entrada para uma reunião nos bombeiros de Figueiró dos Vinhos (Leiria) com a corporação local e com as corporações de Pedrógão Grande e de Castanheira de Pera.

Questionada sobre a demissão dos três secretários de Estado, Rocha Andrade, João Vasconcelos e Jorge Costa Oliveira, que pediram exoneração ao primeiro-ministro na sequência das viagens ao Euro2016 a convite da Galp, Cristas recordou que o CDS já tinha sinalizado, em agosto do ano passado, a "delicadeza desta situação".

"Entendemos na altura que estavam fragilizados e não tinham condições para continuar. Não foi o entendimento do primeiro-ministro. Parece que um ano depois está a dar-nos razão", sustentou.

A líder centrista sublinhou ainda estar à espera que o primeiro-ministro, "de viva voz, que diga ao CDS porque razão entende que há que manter, se for esse o caso, a confiança nestas duas pastas [Defesa e Administração Interna]".
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