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Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Governo seguiu "critérios técnicos" no acionamento do Mecanismo Europeu de Proteção Civil

Líder do Executivo remete avaliação do 'timing' do pedido de ajuda à União Europeia para mais tarde.

19 de agosto de 2025 às 01:30

O primeiro-ministro remeteu uma avaliação sobre o ‘timing’ de acionamento do Mecanismo Europeu de Proteção Civil para mais tarde. “Nós seguimos os critérios técnicos e operacionais e de solidariedade entre todos os parceiros. Verificaremos no final se isso teve o enquadramento devido - a minha expectativa é que sim -, mas seremos escrutinados como é normal numa democracia”, disse Luís Montenegro, depois de ter assistido ao ‘briefing’ e ter estado reunido com o comando da Proteção Civil, em Carnaxide.

Já para o líder do maior partido da oposição, “a ideia que dá é que o mecanismo foi ativado depois da Festa do Pontal”. “Quem ouve o primeiro-ministro falar pensa que temos meios aéreos de combate aos fogos à barda, não precisamos de mais ninguém e o que vier são restos”, considerou André Ventura. O Chega pede a demissão da ministra da Administração Interna, com Ventura a referir-se à conferência de imprensa (de cinco minutos) de Lúcia Amaral como um “desastre público”. “O País assistiu a um ato de arrogância, de desprezo pelo sofrimento das populações e de desconsideração pela informação ao País”, apontou o presidente do Chega.

Já depois de Montenegro ter manifestado disponibilidade para responder aos partidos “com frontalidade, honestidade e sentido de responsabilidade”, o Chega pediu um debate de urgência no Parlamento sobre a coordenação do combate aos incêndios com o chefe do Governo e a ministra da Administração Interna. E também “cancelou a sua rentrée no Algarve para fazer uma homenagem às vítimas dos incêndios”, anunciou Ventura.

E TAMBÉM

Comissão de inquérito

O Juntos Pelo Povo vai propor a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar as “causas estruturais” dos incêndios e “as responsabilidades políticas e institucionais” por detrás dessa “tragédia em curso”. “O País exige respostas e não burocracias”, disse o deputado único do Juntos Pelo Povo, Filipe Sousa.

Pulseira eletrónica

O PAN quer que todos os condenados pelo crime de incêndio florestal que estejam em liberdade sejam obrigados a utilizar pulseira eletrónica entre maio e outubro.

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