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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Maçonaria diz que loja liderada por Eurico Castro Alves lhe deve mais de nove mil euros

Grande Oriente Lusitano reclama dívida relacionada com as quotas de maçons. Grupo de dissidentes, que saiu para a obediência rival, defende que as contas estão mal feitas.

16 de maio de 2026 às 01:30

O Grande Oriente Lusitano (GOL) acusou, através de um decreto maçónico, a loja liderada pelo médico Eurico Castro Alves de lhe dever mais de 9 mil euros, de quotas de maçons. A alegada dívida, esta sexta-feira, noticiada pelo Sole os factos remontam a setembro de 2025, quando 40 elementos da 'União Portucalense' deixaram o GOL, mudando-se para a rival Grande Loja Legal de Portugal, por estarem contra a admissão de mulheres na obediência.

O grupo de dissidentes, que é encabeçado pelo ex-coordenador do plano de emergência para a Saúde do Governo de Luís Montenegro, defende que a "dívida não existe". "Eles fizeram mal as contas e vão perceber isso daqui a uns tempos", disse ao 'Sol' um dos membros do grupo. 

Tal como o CM já revelou, Castro Alves está a braços com um outro caso, que envolve somas mais avultadas. De 2021 a 2025, recebeu mais de 178 mil euros por operações feitas fora do horário normal de trabalho no serviço de Cirurgia do Hospital de Santo António, no Porto, do qual era diretor. A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde concluiu que este pagamento foi  “irregular”. O visado disse ao CM que "tudo foi feito com base na lei". 

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