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NATO em Oeiras pode encerrar

O secretário-geral da NATO, Anders Rasmussen, defende um plano de cortes das estruturas da Aliança Atlântica, como a redução de quartéis, mas espera que os países-membros não façam mais poupanças nos seus orçamentos militares para a Defesa, uma vez que "a prosperidade depende também da segurança". A redução das despesas da organização pode incluir o encerramento do Comando de Forças Conjuntas de Oeiras.

11 de junho de 2010 às 00:30

Os ministros da Defesa da NATO estão reunidos em Bruxelas para debater um primeiro plano de redução de despesa, que assenta numa proposta de redução de instalações militares, agências e comités da organização. No ano passado, de acordo com dados divulgados pela organização, os países europeus membros da Aliança consagraram à Defesa 1,7% do Produto Interno Bruto – abaixo do compromisso de 2% e muito aquém dos 3,1% da segunda metade da década de 1980.

O plano de contenção da NATO será aprovado na Cimeira de Lisboa, a 19 e 20 de Novembro, mas conta já com o apoio de membros da Aliança, como é o caso de EUA, França e Reino Unido.

Em Lisboa, são esperados cerca de cinco mil participantes e a segurança será reforçada

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