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Correio da Manhã

Política
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Pilotos militares vão ter formação nos EUA

Azeredo aprova gasto de 25 milhões de euros. Fim de vida dos Alpha-Jet dita decisão.
Raquel Oliveira 16 de Fevereiro de 2018 às 01:30
Militares da Força Aérea deixaram de ter aviões para voos de treino. Formação é essencial para pilotar os F-16
Força Aérea
avião Eurofighter da força aérea de Espanha
Militares da Força Aérea deixaram de ter aviões para voos de treino. Formação é essencial para pilotar os F-16
Força Aérea
avião Eurofighter da força aérea de Espanha
Militares da Força Aérea deixaram de ter aviões para voos de treino. Formação é essencial para pilotar os F-16
Força Aérea
avião Eurofighter da força aérea de Espanha
Os pilotos da Força Aérea Portuguesa vão, nos próximos anos, ter formação nos Estados Unidos. A despesa prevista ascende a 25 milhões de euros, de acordo com um despacho publicado esta quinta-feira em Diário da República.

A autorização dada pelo ministro da Defesa, Azeredo Lopes, garante que os pilotos militares terão formação na Força Aérea dos Estados Unidos da América, à que é "a única entidade atualmente apta a prestar" aquele serviço, lê-se no documento. Por outro lado, trata-se também de garantir "a adequada interoperabilidade com países aliados", no quadro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).

Na origem desta decisão, está o fim de vida dos aviões de instrução de caças Alpha- -Jet, que até agora garantiam a formação dos pilotos dos F-16. Os aviões foram oferecidos pela Alemanha, como contrapartida pela utilização da Base Aérea de Beja pela Luftwaffe. Dos 50 aviões, 40 estavam em condições de voar e os outros 10 destinavam-se a fornecer peças sobressalentes.

O Estado prevê gastar, em média, três milhões de euros por ano, a partir de 2021 até 2026. Até lá, as verbas anuais oscilam entre 1,7 milhões de euros e 5,5 milhões de euros, já a partir deste ano.

70 sargentos vão poder progredir na carreira
Sessenta e seis sargentos da Força Aérea e quatro da Marinha, num total de 70, que ingressaram nos quadros desde 2015, vão poder subir ao posto de segundo sargento, na sequência de uma alteração ao Estatuto dos Militares promulgada esta quinta-feira , apesar de os salários só serem atualizados em 2019. O diploma extingue, entre outras alterações, o posto de subsargento ou furriel no acesso à carreira dos sargentos.
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