Marcelo Rebelo de Sousa completa três meses no cargo dia 16.
O Presidente da República completa cem dias em Belém no dia 16 e já realizou mais de 250 iniciativas, numa média de quase três diárias, além de sete visitas de Estado. O primeiro veto foi assinado perto da meia-noite, a 7 de junho, depois de receber a seleção nacional de futebol, num tema fraturante: o diploma relativo às barrigas de aluguer.
Ao longo dos últimos cem dias de mandato, Marcelo só ficou em silêncio em 18 iniciativas. Assume-se como hiperativo e já perdeu a conta ao roteiro de afetos que prometeu promover.
"Quando de vez em quando me perguntam se não há o risco de aparecer muitas vezes, pergunto: como é que é possível estar próximo estando distante? Ou se está próximo ou não se está próximo", justificou Marcelo na iniciativa ‘Portugal Próximo’, no Alentejo.
Este fim de semana, em França, puxou pela autoestima nacional e considerou que o "povo é melhor do que os políticos".
Em três meses, Marcelo pediu consensos, deu recados ao primeiro-ministro – o mais recente, com a promulgação das 35 horas semanais para a Função Pública –, mas preferiu destacar a coabitação entre Belém e São Bento como um sinal de "solidariedade". Na festa dos emigrantes promovida pela Rádio Alfa de Paris , por exemplo, António Costa protegeu Marcelo do mau tempo com um guarda-chuva.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.