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Correio da Manhã

Política
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Somos uma instituição aberta

O novo chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), Pinto Ramalho, afirmou ontem que procurará reforçar as ligações do seu ramo das Forças Armadas à sociedade, provando que o Exército é uma instituição “aberta” e “ sem privilégios”.
20 de Dezembro de 2006 às 00:00
Pinto Ramalho
Pinto Ramalho FOTO: d.r.
As declarações de José Pinto Ramalho foram proferidas no Museu Militar de Lisboa, após o recém-empossado CEME ter recebido a continência da Guarda de Honra – parada que simboliza a recepção do novo chefe militar por parte do Exército.
Pinto Ramalho afirmou que terá “três desafios” à frente do Exército português, sendo o primeiro o de “aumentar os padrões de excelência” e o segundo o de “responder ao desafio de pertencer às forças mais modernas e avançadas: a NATO e a União Europeia”. Como terceiro objectivo, elegeu o reforço de ligação do Exército à sociedade portuguesa. “Porque somos uma instituição aberta, transparente e sem privilégios. É bom que os portugueses percebam isso e que nos conheçam bem”, declarou o novo CEME. Quanto à contestação dos militares, Pinto Ramalho frisou que “há já um processo que corre institucionalmente”.
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