Milhares de estudantes portugueses protegem-se de sismo

Exercício em todo o País teve como objetivo ensinar a atuar em caso de catástrofe.

06 de novembro de 2018 às 08:50
Alunos e profissionais aderem a iniciativa Foto: Rui Minderico
Alunos e profissionais aderem a iniciativa Foto: Carlos Barroso

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A Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, foi um dos locais onde esta segunda-feira a terra tremeu... a fingir.

As regras de proteger, baixar e aguardar foram cumpridas pelos 1600 alunos que mostraram ter a lição bem estudada.

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"Quando ocorre um sismo devemo-nos baixar e colocar debaixo de uma mesa ou da cama e aguardar até que o sismo passe, e só depois sair ordeiramente do local onde estamos e sem entrar em pânico. Devemos ainda ajudar a acalmar quem esteja connosco", explicou Matilde Pires, aluna do 9º E.

O exercício ‘A Terra Treme’ simulou um abalo às 11h05 e englobou mais de 600 instituições do País, na grande maioria escolas, com o objetivo de ensinar a reagir perante um sismo. "Reagiram rápido, fizeram o que tinham de fazer como baixar-se e aguardar 50 segundos e depois reuniram num lugar amplo, para seguir as recomendações da autoridade", disse Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação presente no Montijo.

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Em Alcobaça, o simulacro aconteceu na Escola Secundária D. Inês de Castro. "Os estudantes cumpriram a missão com noção de que pequenos gestos podem fazer a diferença", disse Carlos Guerra, comandante Distrital de Operações de Socorro de Leiria. "Foi importante porque nunca se sabe quando pode acontecer e temos de estar minimamente preparados", afirmou o aluno Kevin Ferreira.

Já no Algarve, o simulacro permitiu testar a sirene de alerta de tsunami, instalada na praia da Rocha, em Portimão.

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