"Faleceu praticamente nas minhas mãos": Diana Fialho precisou de acompanhamento psiquiátrico após morte da avó adotiva
Mãe de Iuri Mata chorou em tribunal e garantiu que se vai manter ao lado do filho.
16h10 - Próxima sessão ficou marcada para a próxima sexta-feira, dia 12 de julho. Professora primária de Diana vai ser ouvida e serão feitas as alegações finais. 16h05 - 16h00 15h57 - 15h56 - 15h55 - 15h51 - 15h43 - 15h33 - 11h51 -
forças. Muitos amigos o vão ver".
"Terá sempre o apoio da família a 100%, mesmo que seja condenado. O meu filho tem já um plano para se inserir na sociedade", acrescenta. 11h47 -
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"Ganhou bolsa de estudo do primeiro ao último ano. 90 euros de propinas e o resto ainda me ajudava. Não fazia gastos desnecessários. O meu filho é a pessoa mais amiga do amigo", afirma.
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10h40 - A amiga da Amélia revela que desconfiou de Diana e Iuri logo no início. Esta, Diana e Iuri deslocaram-se à PSP para dar conta do desaparecimento de Amélia. Após a ida às autoridades, Iuri terá dito: "Oh professora, se ela tiver mesmo, mesmo desaparecido, como é que chegamos às coisas dela?!".
10h30 - Professora reformada, amiga de Amélia Fialho, ouvida em tribunal. Mulher garante que a relação de Diana com a mãe adotiva se deteriorou após o início do namoro com Iuri Mata. "Quando a Diana e o Iuri começaram a namorar começaram os problemas. A Amélia andava sempre muito nervosa, de cabeça perdida", conta.
O Tribunal de Almada dá esta terça-feira sequência ao julgamento de Diana Fialho e Iuri Mata, o casal acusado pelo Ministério Público de matar Amélia, 59 anos, mãe adotiva da arguida, no Montijo, em setembro de 2018.
A sessão tem início às 9h30. Às 9h00, Diana Fialho já havia chegado ao tribunal, mas ainda se aguardava pela chegada de Iuri Mata. Espera-se a audição de mais duas amigas de Amélia Fialho.
Recorde-se que a vítima foi drogada e morta à martelada em casa, carregada para um carro e queimada num descampado. A 10 de maio, o juiz Carlos Delca decidiu levá-los a julgamento.
Sublinhou que existem "indícios mais do que suficientes", como o cadáver encontrado, as imagens de Diana e Iúri (mulher e marido) a comprar gasolina e isqueiro, o sangue na casa onde residiam os três e o ADN da vítima nas roupas do casal.
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