Proteção Civil prolonga estado de alerta amarelo até segunda-feira devido ao risco de incêndios

Comandante aconselha os portugueses a serem "vigilantes".

01 de agosto de 2019 às 13:41
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A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil realizou, esta quinta-feira, um briefing devido à continuação de condições meteorológicas favoráveis ao risco de incêndio rural no início deste mês.

Neste briefinf, a ANEPC apresentou as determinações operacionais no âmbito da prevenção e combate aos incêndios rurais.

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Pedro Nunes, comandante adjunto de operações da Proteção Civil, falou esta quinta-feira aos jornalistas e disse ter sido "decidido prolongar o estado de alerta especial no nível amarelo até dia 5 de agosto devido a questões meteorológicas (...) e devido ao início do mês de agosto".

Pedro Nunes relembrou que é neste mês que, geralmente, "aumenta o número de ignoções". Além disso, há também "maior fluxo de pessoas no Interior do País", o que provoca um aumento "pressão no terrirório". 

Tendo em conta o estado de alerta, o comandante da ANEPC explicou que foi importante tomar medidas que passam por "aumentar a vigilância aérea e terrestre". A aérea é feita "com recurso a aviões de observação e vigilância e drones da força aérea". 

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Pedro Nunes desvendou que "a componente aérea está completamente toda operacional. Neste momento faltam três helicópteros ligeiros".

Relativamente à vigilância terrestre, Pedro Nunes admitiu que está a ser reforçada com "meios da GNR e das Forças Armadas. Vão ser reforçados mais efetivos e vão estar mais patrulhas espalhadas no território nacional, com maior incidência no interior do País".

Pedro Nunes disse ainda que este estado de alerta vai vigorar em Vila Real, Bragança, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro, distritos onde o "índice de perigo meteorológico é maior".

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Questionado se as atividades operacionais estão a decorrer com normalidade, tendo em conta as polémicas recentes assoaciadas aos kit's de segurança para os incêndios, o comandante Pedro Nunes referiu que estão "a trabalhar em conjunto com todas as entidades". "O nosso trabalho mantém-se normal tendo em conta a altura do ano em que estamos".

Pedro Nunes aconselha os portugueses a serem vigilantes pois assim estaremos a "aumentar a resiliência do nosso território face ao problema dos incêndios rurais". 

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