Sexo e mentiras na luta da Bragaparques
Manuel Rodrigues está a ser acusado por funcionária de encobrir alegado assédio sexual.
Manuel Rodrigues, um dos donos da Bragaparques, não chegou esta segunda-feira a acordo com a funcionária que o acusa de encobrir um caso de alegado assédio sexual. A mulher, que diz ter sido atacada por um colega em setembro de 2018, pede 15 mil euros ao empresário e também às duas empresas deste : a Bragaparques e a Onirodrigues.
Ao que o CM apurou, o empresário nega as acusações e acredita que este caso foi tornado público para o enfraquecer na luta pela Bragaparques. Manuel Rodrigues e Domingos Névoa querem colocar um ponto final na sociedade de mais de 40 anos e tentam ficar com a posse total daquela que é a terceira maior empresa de parques de estacionamento do País.
A sessão de segunda-feira, que teve lugar no Tribunal de Trabalho de Braga, durou apenas 10 minutos e terminou com o caso a seguir para julgamento. O CM sabe que o empresário vai avançar contra a funcionária com um pedido de indemnização de 30 mil euros por difamação: 20 mil são pelos danos causados à sua imagem e 10 mil pelos danos da Onirodrigues.
Na ação, a mulher alega que foi atacada por um colega nas instalações da Bragaparques. Diz que contou tudo a Manuel Rodrigues, mas que aquele lhe pediu para não avançar com a queixa-crime. Nunca fez a denúncia, uma vez que deixou passar o prazo legal de seis meses. A mulher relata ainda que nunca chegou a ser ouvida no processo disciplinar e que foi alvo de pressões.
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