Patrão de Sócrates nas mãos de superjuiz Carlos Alexandre
Instrução do processo 'Máfia do Sangue' começa a 12 de outubro. Lalanda e Castro entre os sete arguidos.
O processo conhecido como Máfia do Sangue, de acordo com a revista ‘Sábado’, deveria ter seguido para instrução em abril, mas uma série de episódios rocambolescos envolvendo Carlos Alexandre e Ivo Rosa – dois dos juízes do TCIC, o último atualmente em exclusividade para o processo Marquês, com o antigo primeiro-ministro José Sócrates – atrasaram a atribuição do processo e o agendamento das sessões.A primeira sessão está agendada para 12 de outubro e deverá ser preenchida com o interrogatório ao advogado Paulo Farinha Alves, acusado por dois crimes de falsificação e branqueamento de capitais. O debate instrutório já está agendado para 10 e 11 de novembro.A demora na marcação do início da instrução deve-se ao facto de o processo ter sido sorteado inicialmente ao juiz Ivo Rosa, mas devido à intervenção do Conselho Superior de Magistratura os atos foram entregues ao ‘superjuiz’ Carlos Alexandre. Neste período, as defesas alegaram várias nulidades, que o Ministério Público entende serem uma tentativa de atrasar a instrução do processo ou mesmo de impedir a instrução.Saiba maisPlasmaEste processo assenta no negócio do plasma sanguíneo, feito entre Lalanda e Castro e o ex-presidente do INEM Luís Cunha Ribeiro, que terá beneficiado a Octopharma em concursos públicos. 7arguidos foram acusados em novembro de 2019 por corrupção, recebimento indevido de vantagem, falsificação de documentos, abuso de poder e branqueamento de capitais. Sócrates
7arguidos foram acusados em novembro de 2019 por corrupção, recebimento indevido de vantagem, falsificação de documentos, abuso de poder e branqueamento de capitais.
Sócrates
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