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Artigo exclusivo

Ivo Rosa aprecia caso de patrão de Sócrates

Corrupção na venda de plasma ao SNS tem como principais arguidos Paulo Lalanda e Castro e o médico Luís Cunha Ribeiro.

06 de maio de 2020 às 01:30

O juiz de instrução, João Bártolo, considerou-se incompetente para apreciar o processo O-Negativo, mais conhecido como Máfia do Sangue, que investiga a corrupção na venda de plasma sanguíneo ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) e que tem como principais arguidos Paulo Lalanda e Castro, ex-administrador da farmacêutica Octapharma e antigo patrão de José Sócrates, e Luís Cunha Ribeiro, antigo presidente do INEM e da ARS de Lisboa e Vale do Tejo. De regresso ao tribunal, o processo calhou agora por sorteio ao juiz Ivo Rosa.

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