Mantidos 23 anos de prisão para os homicidas do rapper Mota Jr
Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a decisão dos juízes de Sintra.
O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou, esta terça-feira, a decisão dos juízes de Sintra que condenaram a 23 anos de prisão os homicidas do rapper Mota Jr - assassinado em março de 2020, em São Marcos, para lhe roubarem ouro e dinheiro. O corpo foi deixado num mato na serra da Arrábida, onde apenas foi encontrado meses depois.
João Luizo, Édi Barreiros e Fábio Martins foram condenados a 23 anos de prisão por homicídio qualificado, roubo, sequestro, profanação de cadáver e furto qualificado. Catarina Sanches, usada como ‘isco’, apanhou 4 anos e 6 meses. Recorreram para a Relação após a condenação pelo homicídio de David Mota, alegando que falta prova da presença no local do crime. O homicídio foi cometido à pancada.
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