Navio Mondego aborta missão perto da Madeira
Embarcação está neste momento atracada no porto do Caniçal.
O navio patrulha Mondego abortou na noite de segunda-feira a missão de transportar até às ilhas Selvagens, no arquipélago da Madeira, os agentes da polícia Maritima e vigilantes da natureza que vão fazer a rendição de colegas, soube o CM.
No entanto, fontes não oficiais dizem ter havido uma falha geral de energia a bordo. Ainda não há confirmação oficial da origem do problema que deixou o Mondego incapaz, quando já estava a cerca de 8km do Funchal, de onde largou já com atraso e após as chaminés terem largado muito fumo, de origem também não explicada.
O Mondego causou tumulto após, no dia 11, treze elementos da guarnição se terem recusado a largar para missão , alegando avarias que só deixavam e ao navio em risco.
Segundo comunicado do comando da Zona Marítima da Madeira, o navio foi rebocado por "motivos de ordem técnica" e será esta terça-feira alvo de uma "inspeção técnica por parte da Direção de Navios que se deslocarão à Ilha da Madeira para o efeito".
A Zona Marítima da Madeira afirmou que estava apto a navegar em segurança e levantou processos disciplinares aos quatro sargentos e cinco Pracas, que já foram substituídos. Enfrentam ainda um processo criminal por insubordinação investigado pa PJ Militar.
"A rendição dos elementos destacados nas Ilhas Selvagens será assegurada hoje pelo NRP Setúbal", pode ler-se no comunicado.
Na última semana o Mondego saiu várias vezes para o mar, em treino da nova guarnição e para verificar os arranjos efetuados às avarias.
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