Adiada leitura do acordão no caso da freira acusada de desfalque de 400 mil euros
Em causa estão alterações dos factos de acusação.
A leitura do acordão, no Tribunal de S. João Novo, no Porto, do caso da freira acusada de um desfalque na ordem dos 400 mil euros, foi adiado devido a alterações dos factos e marcado para a próxima quinta-feira.O tribunal entendeu que a freira e o amigo atuaram de forma concertada.A freira já tinha confessado em tribunal o desvio de cheques no valor de 48 mil euros. A arguida diz que os entregou a Augusto Cunha - condenado já por estes factos, em 2014, à pena suspensa de quatro anos e meio de prisão -, como forma de “gratificação pela amizade” que mantinham. Quando confrontada pela juíza-presidente se Augusto a “seduzia” e “arrastava a asa” por ela, a religiosa respondeu que sim. Assumiu ainda que gostava disso.
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