Manifestação das forças de segurança termina com ameaça de novo protesto
PSP e GNR saíram à rua em Lisboa. Agentes e militares pedem aumentos de subsídio e melhor equipamento de proteção.
Elementos da PSP e da GNR manifestam-se esta quinta-feira em Lisboa para pressionarem o novo Governo a cumprir as reivindicações da classe e as promessas do anterior executivo.
Com o lema "tolerância zero", a manifestação conjunta é organizada pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR). Inicia-se às 13h00 no Marquês de Pombal e ruma até à Assembleia da República, com concentração marcada para as 16h00.
Apesar de o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, se ter reunido na quinta-feira passada com os sindicatos mais representativos da PSP e na segunda-feira com a APG/GNR, as estruturas decidiram manter o protesto, por ainda não estar definido um calendário para a resolução rápida dos problemas, apenas uma agenda de reuniões negociais.
Acompanhe a manifestação ao minuto: 20h30 -
O ministro da Administração Interna reagiu esta quinta-feira a protesto que juntou cerca de 15 mil manifestantes, afirmando que vai ser feito "um balanço" por forma a que o executivo consiga começar a trabalhar. Cabrita avamçou ainda que o regime de segurança e saúde no trabalho será reforçadao, adequadondo-se às funções de cada trabalhador. 18h20 - 17h30 - 16h52 -
"Material sem validade, gas pimenta sem validade, comprar as algemas e coletes", indica o líder do Chega sobre os materiais que faltam às forças de segurança.
16h20 - Telmo Correia do CDS apupado junto à Assembleia 15h51 -
15h30 - Um grupo de idosos de um lar no Rato agradecem às forças de segurança durante a manifestação. Agentes e militares aplaudem, emocionados, o gesto dos idosos
15h23 - 15h00 - 14h30 -
13h50 - César Nogueira, Presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, afirma que não há motivos para receios de quem está a fazer a segurança à manifestação. "A nossa função é cumprir a lei e faze-la cumprir", afirma.
"Os polícias têm mais do que motivos para se manifestar. (...) Os polícias são cidadãos, são do povo, e vêm mostrar o seu descontentamento", continua.
Quando questionado sobre as grades e o betão colocado na Assembleia, César responde que é exagerado e que faz parecer que "os maus da fita são os polícias".
13h12 - Já há dezenas de agentes da PSP e militares da GNR na praça Marquês de Pombal. Muitos deles vieram de várias zonas do País.
12h40 - As autoridades que vão fazer segurança à manifestação já estão junto à Assembleia. Está montado um forte dispositivo policial
09h10 - As secretas vão estar atentas a esta manifestação porque há receio que se torne violenta. Movimento Zero é o movimento que junta polícias e militares da GNR, foi criado há cerca de seis meses, é anónimo e é muitas vezes conotado como movimento de extrema-direita.
9h00 - Autocarros partem do norte e sul do País rumo a Lisboa. Centenas de militares organizaram-se através do Facebook para partirem juntos em direção à manifestação.
Restrições ao trânsito em Lisboa devido à manifestação das forças de segurançaO trânsito entre a zona do Marquês de Pombal e São Bento, em Lisboa, vai sofrer "fortes restrições" na quinta-feira a partir das 13h00 devido à manifestação conjunta de profissionais da PSP e da GNR.
A PSP sugere que se for precisa a intervenção das autoridades policiais os cidadãos podem ligar para o Cometlis, pelo número 217654242, ou em caso de emergência para o 112.
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