Arguido no caso dos diamantes nega estar relacionado com a investigação
Em causa está a investigação a uma rede criminosa que se dedica ao contrabando de diamantes, ouro e outros bens.
Artur Batista Amorim, arguido na "Operação Miríade", na qual vários militares estão acusados de tráfico de diamantes e ouro, revelou que está "inteiramente disponível" para prestar todos os esclarecimentos e informações que se revelem oportunos e que está "alheio aos factos que vêm sendo reportados na comunicação social".
O arguido refere, em comunicado, que aguarda serenamente pelas conclusões do caso e acredita que será demonstrada que Artur Batista Amorim não tem qualquer ligação aos factos da investigação em curso.
Em causa está a investigação a uma rede criminosa com ligações internacionais que "se dedica a obter proveitos ilícitos através de contrabando de diamantes e ouro, tráfico de estupefacientes, contrafação e passagem de moeda falsa, acessos ilegítimos e burlas informáticas", com vista ao branqueamento de capitais.
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