Associações da GNR e Forças Armadas pedem audiência a Seguro

Quatro associações da GNR e a dos Praças das Forças Armadas denunciam cortes nas pensões. Admitem sair à rua em protestos.

10 de março de 2026 às 12:27
Associações sócio-profissionais da GNR e Forças Armadas reuniram-se em Lisboa Foto: Joana Roque
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Quatro associações da GNR (APG, ASPIG, Associação de Sargentos, e Associação de Oficiais) e a Associação de Praças das Forças Armadas, já endereçaram um pedido de audiência ao recém-empossado Presidente da República, António José Seguro, e também ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, onde irão expressar profundo desagrado face aos cortes nas pensões de reforma que, garantem, irão sofrer.

As cinco associações sócio-profissionais reuniram-se, esta segunda-feira, em Lisboa. Em cima da mesa esteve uma posição conjunta face à recente rejeição parlamentar de duas propostas de criação de complementos de pensão. Os cortes das reformas (que em alguns casos chega aos 40 a 50%) atingem tanto a GNR (força de segurança militarizada), como as Forças Armadas. 

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Com a condição militar "praticamente esvaziada na sua componente de especiais direitos de salvaguarda", os militares da GNR e Forças Armadas admitem protestos conjuntos de rua. Mas primeiro, dizem, vão pedir reuniões com duas das principais figuras políticas do País.

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