Bárbara Vara: "Nunca desconfiei da origem do dinheiro"

Filha de Armando Vara está a ser ouvida no Tribunal na sequência da Operação Marquês.

28 de janeiro de 2019 às 15:23
Bárbara Vara Foto: Pedro Simões
Bárbara Vara Foto: Pedro Simões
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Iniciou-se esta segunda-feira a fase de instrução do processo Operação Marquês, pedida por 19 dos 28 arguidos, no Tribunal Central de Instrução Criminal em Lisboa, sob a direção do juíz Ivo Rosa.

A primeira arguida a falar foi Bárbara Vara, filha de Armando Vara, que está acusada de branqueamento de capitais. Em resposta às acusações de que é alvo, Bárbara afirmou que nunca soube, nem desconfiou, da origem do dinheiro.

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A filha de Armando Vara avançou também que se limitava a assinar os papéis que acreditava estarem de acordo com o trabalho exercido pelo pai, ex-ministro socialista.

Bárbara garantiu também que não sabia da transferência de um milhão de euros para a conta de que era titular. Armando Vara podia ter estado presente na audiência, mas preferiu não o fazer. 

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Bárbara Vara, filha do ex-ministro Armando Vara, começou a ser ouvida pelas 14h30 na fase de instrução do processo Operação Marquês, que se iniciou esta segunda-feira no Tribunal Central de Instrução Criminal.

Bárbara Vara está acusada de dois crimes de branqueamento de capitais, um em cumplicidade com o seu pai, a cumprir pena de prisão ao abrigo do processo Fase Oculta, e outro em coautoria com outros arguidos do processo, nomeadamente Carlos Santos Silva.

À entrada do tribunal, nem a arguida nem os seus advogados, Rui Patrício e João Cluny, quiseram prestar declarações aos jornalistas, remetendo para o fim da sessão eventuais comentários.

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Às 16h00, Bárbara Vara abandonou o Tribunal acompanhada pelos advogados que apenas garantiram que foi dita a verdade.

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