Burlam Estado em 1,6 milhões de euros com nome de 400 mortos
Quatro dos seis arguidos foram condenados a penas suspensas.
Entre 2009 e 2015 usaram o nome de mais de 400 mortos nas listagens que entregavam à Segurança Social para, desta forma, conseguirem mais financiamento.
Em tribunal ficou provada uma burla tributária de 1,6 milhões de euros por parte do ex-presidente, da ex-diretora e antigos funcionários da Obra Diocesana do Porto - mas o Ministério Público falava em 3,3 milhões.
Esta quinta-feira, quatro dos seis arguidos foram condenados a penas suspensas. A IPSS também foi punida a pagar uma multa de 40 mil euros. O ex-presidente da instituição e a ex-diretora apanharam três anos de prisão, suspensa por 5.
Já outros dois arguidos levaram 2 anos e 6 meses e 2 anos e 9 meses - suspensas por três anos. Têm de pagar indemnizações de mais de 1 milhão de euros - uma vez que já devolveram mais de 600 mil euros.
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