Conheça os rostos dos nove agentes acusados de tortura e violação na esquadra do Rato
Dezenas de agentes e alguns chefes estavam em grupos nos quais vídeos de crimes foram partilhados.
A investigação aos crimes de tortura, violação, ofensas à integridade física e abuso de poder na 22.ª esquadra do Rato, em Lisboa, já motivou a detenção de nove agentes da PSP, no entanto, o processo pode arrastar 70 colegas de várias esquadras diferentes, entre eles elementos com a patente de chefe.
Os colegas integravam os grupos de Whatsapp e Telegram através dos quais os principais suspeitos divulgavam os vídeos dos crimes e, ainda assim, nada fizeram para travar os atos.
Após a detenção de Guilherme Leme e de Óscar Borges, no verão de 2025, a investigação continuou e, na passada quarta-feira, outros sete agentes foram detidos pela participação nos crimes, sendo eles: Bruno Testa, Cláudio Gomes, António Teixeira, Tiago Silva, Rafael Freitas, Gonçalo Rodrigues e Miguel Ferreira.
Os nove detidos encontram-se neste momento na cadeia de Évora em prisão preventiva.
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