Extradição de enfermeira assassina do Algarve ainda não começou na Indonésia

Ex-enfermeira condenada a 23 anos de cadeia pelo homicídio de Diogo Gonçalves, no Algarve, em 2020.

12 de março de 2026 às 01:30
Mariana Fonseca, 29 anos Foto: Direitos Reservados
Diogo Gonçalves Foto: Direitos Reservados

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O processo de extradição de Mariana Fonseca, a ex-enfermeira condenada a 23 anos de cadeia pelo homicídio de Diogo Gonçalves, no Algarve, em 2020, e detida a semana passada na Indonésia quando estava em fuga à justiça portuguesa, ainda não terá começado. Diogo foi morto e o corpo desmembrado.

Segundo o CM apurou, a mulher de 29 anos continua detida em Jacarta, mas não foi presente a juiz, nem haverá ainda uma data para a diligência. Só aí se iniciará o processo de extradição, que pode arrastar-se ao longo de meses, ou mesmo anos.

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Mariana tinha sido absolvida pelo crime de homicídio, mas em recurso acabou condenada a 23 anos de cadeia. Voltou a recorrer, ganhou tempo, e quando a decisão final chegou já parecia ter um plano. Quando a PJ recebeu os mandados para a deter, já estaria na Indonésia. Entrou nesse país com visto de trabalhadora e, por isso, não pode ser deportada. Agora, é aguardar pelo processo de extradição, a que Mariana já disse que se vai opor. Não quer regressar a Portugal, já que tem a pena de 23 anos de cadeia por cumprir.

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