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Pai de jovem morto e esquartejado no Algarve continua sem indemnização

Tinha a receber cerca de 260 mil euros por danos morais e patrimoniais. Morte de Maria Malveiro e fuga de Mariana Fonseca, capturada na Indonésia na semana passada, fez com que homem não recebesse montante.

10 de março de 2026 às 01:30

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Mudanças de aspeto físico de Mariana Fonseca dificultam 'caça' a enfermeira assassina
Mudanças de aspeto físico de Mariana Fonseca dificultam 'caça' a enfermeira assassina Direitos Reservados
Maria Malveiro e Mariana Fonseca
Maria Malveiro e Mariana Fonseca DR
Mariana Fonseca, condenada pelo assassinato de Diogo Gonçalves em Silves, perto de cumprir pena
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O País entrava na primeira vaga da pandemia da Covid-19 e nos primeiros dias de confinamento. Era dia 20 de março de 2020 quando Diogo Gonçalves abriu a porta de casa, em Algoz, Silves, a uma pessoa que pensava ser de confiança. Este encontro não foi mais do que um plano de morte engendrado por Maria Malveiro e Mariana Fonseca, a enfermeira agora detida na Indonésia. As duas mulheres eram namoradas e queriam apropriar-se de 70 mil euros que Diogo recebera devido à morte da mãe, em 2016, na sequência de um atropelamento rodoviário. O que aconteceu a seguir foi um homicídio ainda hoje na memória de todos. Diogo foi assassinado e esquartejado. Maria foi condenada a 25 anos de cadeia, mas entretanto suicidou-se na prisão de Tires. Mariana apanhou, mais tarde, 23 anos de cadeia e escapou à Justiça até à semana passada. Por pagar ficou uma indemnização de cerca de 260 mil euros, por danos morais e patrimoniais, ao pai de Diogo Gonçalves. O montante nunca foi pago. O Estado também não adiantou o dinheiro.

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