GNR obriga maquinista a fazer teste de álcool e deixa passageiros à espera

Caso aconteceu no Pinhal Novo. Maquinista travou comboio ao deparar-se com caso de suicídio na linha.

29 de novembro de 2018 às 09:50
Comboio da CP Foto: Direitos Reservados

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Um maquinista da CP foi obrigado pela GNR a ir ao hospital fazer testes de despistagem de álcool e drogas, depois de este se ter deparado com um suicídio na linha que o obrigou a parar o comboio. Por causa desta situação, os passageiros ficaram parados na linha mais de uma hora.

Segundo o Público, o caso aconteceu há duas semanas, na Linha entre Setúbal e o Barreiro, na zona do Pinhal Novo. Eram 12h45 quando o maquinista acionou o travão de emergência da automotora que comandava, ao deparar-se com um corpo na linha. Chamada ao local a GNR ordenou ao maquinista que fosse ao hospital fazer testes, apesar de os regulamentos ferroviários proibirem que um comboio com passageiros possa ficar parado ao comando sem ninguém nas máquinas.

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Teve então de vir um segundo maquinista substituir o homem, o que obrigou os passageiros a ficar cerca de uma hora à espera, relata o Público. A atuação das autoridades contraria as regras previstas para os acidentes ferroviários, que não são iguais às dos acidentes na estrada -  em que são obrigatórios os testes de álcool e drogas no momento.

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