Guardas da cadeia de Setúbal infetados e sem médico

Há duas dezenas de guardas prisionais e funcionários que acusaram positivo ao bacilo da tuberculose.

14 de maio de 2019 às 07:39
Apanhada na cadeia de Setúbal Foto: Rui Minderico
prisões, cadeia, diretores, dorga, tráfico, Setúbal, telemóveis, diretor Foto: Vítor Mota
prisão, grades, recluso Foto: Tiago Sousa Dias
prisão, grades, cela, mãos Foto: Getty Images

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O Sindicato Nacional da Guarda Prisional garante que há duas dezenas de guardas prisionais e funcionários da cadeia de Setúbal que acusaram positivo ao bacilo da tuberculose e não podem renovar a medicação porque o médico responsável se reformou.

Segundo denunciou ao CM Jorge Alves, presidente do SNGP, "trata-se das primeiras pessoas a quem foi detetada a doença e que estão a ser acompanhadas e medicadas no Centro de Doenças Pulmonares (CDP) de Setúbal".

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Quando foi necessário renovar as receitas para a compra de mais medicamentos, os profissionais da cadeia de Setúbal foram informado que o médico do CDP se tinha reformado.

"As pessoas ainda aguardam por uma resolução. É inadmissível", concluiu.

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Fonte dos Serviços Prisionais nega "a existência de um surto de tuberculose em Setúbal", apontando apenas "um caso positivo e o tratamento preventivo de quem esteve em contacto com a doença".

Os Serviços Prisionais, por fim, não se pronunciam sobre a falta de médico.

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