Juiz Carlos Alexandre critica fontes anónimas no caso de Tancos
Esta quarta-feira, é ouvido o atual diretor da PJ.
O ex-diretor de investigação criminal da GNR, Amândio Marques, disse em tribunal desconhecer qualquer pacto de silêncio com a Polícia Judiciária Militar que envolvesse a colaboração na investigação do furto das armas de Tancos.
Na sessão de segunda-feira, da fase de instrução do processo do caso das armas roubadas, e depois recuperadas, dos paióis da base militar de Tancos, o juiz realçou a estranheza dos primeiros documentos darem conta de que a denúncia de um assalto iminente vinha de uma fonte anónima e depois a procuradora da República do Porto ter assumido que afinal se tratava de ‘Fechaduras’.
Esta quarta-feira, é ouvido o atual diretor da PJ.
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