Justiça arquiva inquérito-crime de GNR que mandava vender ouro apreendido
Objetos estavam nas instalações da GNR.
O Ministério Público da zona de Aveiro arquivou, em agosto de 2022, o inquérito-crime aberto à ordem emitida em 2016 por um capitão da GNR - que na altura comandava o Destacamento de Oliveira de Azeméis - de vender diversos objetos em ouro apreendidos no âmbito de uma investigação já transitada em julgado.
A verba obtida, cerca de 400 euros, foi depois usada em melhoramentos das instalações. Os objetos estavam nas instalações da GNR. Como o Correio da Manhã noticiou no domingo, esta força de segurança abriu igualmente processos disciplinares ao negócio, que viriam também a ser arquivados internamente.
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