Ministério Público com dois inquéritos abertos a praxes violentas no Colégio Militar em Lisboa

Menores necessitaram de assistência médica devido a mazelas físicas.

19 de abril de 2024 às 12:57
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Vários alunos do 9.º ano do Colégio Militar precisaram de assistência médica após terem sido obrigados por colegas mais velhos, do 11.º e 12.º ano, a exercícios físicos que provocaram casos de exaustão.

A praxe violenta ocorreu em janeiro e levou a apresentação de queixas, tendo sido abertos dois inquéritos-crime no DIAP de Lisboa. Um dos alunos esteve suspenso durante quatro dias, concluído o procedimento disciplinar.

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Ao CM, o Exército explicou que entretanto foram "tomadas medidas preventivas visando a tranquilidade dos alunos" e para "minimizar o alarme social dentro da comunidade educativa". E acrescentou que "o Colégio Militar tem por missão assegurar uma sólida formação de matriz militar, intelectual, técnica, física, moral e cívica".

Por ordem dos mais velhos, os alunos foram obrigados a fazer exercícios físicos durante duas horas, tendo sido assistidos por médicos por hematomas, lesões musculares e queimaduras de abrasão. Um aluno terá mesmo sangrado do nariz após ser esbofeteado, revelou o jornal online ‘Observador’.

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