Mulher suspeita de auxílio à imigração ilegal passa para prisão preventiva depois de continuar a cometer o crime em casa
Duas funcionárias administrativas estão suspensas de funções, sendo responsáveis pela atribuição ilegal de mais de 10 mil números de utente do Sistema Nacional de Saúde.
Uma mulher que integrava um grupo organizado de auxílio à imigração ilegal e que estava sujeita à medida de coação de prisão domiciliária com pulseira eletrónica vai passar para prisão preventiva.
O comunicado divulgado esta quarta-feira pela Polícia Judiciária, explica que, apesar a medida de coação, a mulher continuou a vender inscrições no SNS a imigrantes, com a "colaboração de duas funcionárias de uma Unidade de Saúde Familiar detidas em novembro deste ano", indica o comunicado.
As duas funcionárias administrativas estão suspendas de funções, sendo responsáveis pela atribuição ilegal de mais de 10 mil números de utente do Sistema Nacional de Saúde.
No âmbito da operação "Gambérria", cuja investigação começou em 2023, já foram detidas 16 pessoas e constituídas arguidas outras 27, entre estas sete empresários, uma advogada e uma funcionária da Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
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