Oito anos de prisão por produzir notas falsas em Coimbra
Arguido, de 34 anos, negou o seu envolvimento no caso, mas os jurados não valorizaram a sua versão.
O líder de um grupo que se dedicava à produção de notas falsas foi esta sexta-feira condenado, em Coimbra, por um tribunal de júri, a oito anos de cadeia. O arguido, de 34 anos, negou o seu envolvimento no caso, mas os jurados não valorizaram a sua versão. Na leitura do acórdão, o juiz considerou que a prova "era mais do que suficiente".
O advogado Romão Araújo tem um entendimento diferente, ao referir que "não há nenhuma prova credível" e anunciou que vai recorrer da decisão. Para o tribunal, ficou provado que o homem liderava um grupo que se dedicava à produção de notas falsas em Portugal e as vendia, na darknet (internet criptada), em vários países da Europa. Entre 2017 e 2019 foram apreendidas 24 775 notas de 50 euros e 10 euros.
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