Pedida prisão preventiva para quatro arguidos do caso 'Águas Turvas'
Acredita o MP que medida de coação "implicará, de certo, o desmoronar" das práticas criminosas.
O Ministério Público (MP) pede prisão preventiva para quatro dos arguidos no inquérito 'Águas Turvas'. São eles o empreiteiro António Santos Mota, o ex-diretor da Águas de Gaia José António Martins, e os funcionários Pires de Lima e António Costa. Acredita o MP que esta medida de coação “implicará, de certo, o desmoronar” das práticas criminosas.
Já para cinco outros funcionários detidos na mesma operação da PJ – Eunice Fonseca, Paulo Salazar, Rui Gonçalves, António Cosme e Orlando Teixeira - é pedida a suspensão de funções e proibição de contactos com arguidos e pessoal da Águas de Gaia.
Para outros cinco arguidos, o Ministério Público pretende que seja prestada por cada um deles uma caução de pelo menos 100 mil euros “tendo em consideração a gravidade dos crimes em causa, os valores elevados obtidos com a conduta criminosa e prejuízo correspondente”. Defende ainda que devem ficar proibidos de contactar com todos os arguidos, funcionários e administradores da Águas de Gaia. Entre estes arguidos, André Maia fica ainda proibido de se ausentar do país, entregando o passaporte.
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