Polícia nega arrastão em Carcavelos

A PSP entregou anteontem à Comissão de Assuntos Constitucionais, Liberdade e Garantias da Assembleia da República um documento onde nega a existência de um ‘arrastão’, no passado dia 10 de Junho.

21 de julho de 2005 às 00:00
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Segundo o relatório, os incidentes registados na praia de Carcavelos resumiram-se a actos e ‘incivilidades’ cometidos por 40 indivíduos. A PSP afirma que o fenómeno não poderá ser definido como ‘arrastão’ porque foram apenas formalizadas cinco queixas de roubo, e só uma delas no areal.

Segundo o relatório, “momentos antes da intervenção policial (...) há um ajuntamento grande de indivíduos”. “Alguns (...) agrediram um cidadão brasileiro e um de leste com o intuito de os roubar”. Circunstâncias que, segundo o relato, terão sido aproveitadas de “forma inopinada mas agregada”, por um grupo de cerca de 30 homens que começou a “correr pela praia e a tentar apoderar-se de alguns objectos deixados pelos banhistas”.

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Atitude que a Polícia considera não tratar-se de ‘arrastão’, já que não terá sido uma acção planeada. A polícia resume estes comportamentos a um conjunto de ‘incivilidades’, que alarmaram os banhistas e os fizeram abandonar “apressadamente a praia”. Recorde-se que, na altura dos factos, foi a própria PSP a definir o fenómeno de ‘arrastão’.

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