Prisão domiciliária para três agentes da PSP suspeitos de agressões na esquadra do Rato
Há outros três agentes que foram suspensos de funções e os restantes ficaram com termo de identidade e residência.
Ficaram em prisão domiciliária três agentes da PSP envolvidos nos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa. Segundo o CM apurou, há outros três agentes que foram suspensos de funções e os restantes ficaram apenas com termo de identidade e residência.
Informações iniciais davam conta de que quatro polícias teriam ficado em prisão preventiva, mas essa informação foi corrigida no local pelo advogado de alguns dos agentes.
As medidas de coação foram conhecidas esta segunda-feira, depois de os arguidos serem presentes a juiz no Campus de Justiça de Lisboa.
O Ministério Público pedia prisão preventiva para quatro dos detidos e prisão domiciliária para outros três.
Recorde-se de que foram inicialmente detidos 15 agentes da PSP e um civil, sendo que permanecem detidos apenas 14 dos polícias. Entre os suspeitos, está o irmão do cantor Nininho Vaz Maia.
Numa fase inicial da investigação, tinham sido detidos outros nove agentes e a todos foi decretada prisão preventiva.
Os crimes eram gravados e partilhados em grupos das redes sociais, nomeadamente no "Grupo sem Gordos" no Whatsapp.
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