Prisão domiciliária para três agentes da PSP suspeitos de agressões na esquadra do Rato

Há outros três agentes que foram suspensos de funções e os restantes ficaram com termo de identidade e residência.

Atualizado a 11 de maio de 2026 às 11:08
Esquadra do Rato alvo de investigação por tortura e violação Foto: António Pedro Santos/Lusa
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Ficaram em prisão domiciliária três agentes da PSP envolvidos nos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa. Segundo o CM apurou, há outros três agentes que foram suspensos de funções e os restantes ficaram apenas com termo de identidade e residência.

Informações iniciais davam conta de que quatro polícias teriam ficado em prisão preventiva, mas essa informação foi corrigida no local pelo advogado de alguns dos agentes. 

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As medidas de coação foram conhecidas esta segunda-feira, depois de os arguidos serem presentes a juiz no Campus de Justiça de Lisboa.

O Ministério Público pedia prisão preventiva para quatro dos detidos e prisão domiciliária para outros três. 

Recorde-se de que foram inicialmente detidos 15 agentes da PSP e um civil, sendo que permanecem detidos apenas 14 dos polícias. Entre os suspeitos, está o irmão do cantor Nininho Vaz Maia.

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Numa fase inicial da investigação, tinham sido detidos outros nove agentes e a todos foi decretada prisão preventiva. 

Os crimes eram gravados e partilhados em grupos das redes sociais, nomeadamente no "Grupo sem Gordos" no Whatsapp.

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