Procurador sobre Diana Fialho e Iuri: “Os dois agiram de forma animal”

Pedida pena máxima para casal que matou Amélia Fialho.

13 de julho de 2019 às 01:30
Diana Fialho chega ao tribunal do Barreiro para ser julgada no caso da morte da mãe, Amélia Fialho Foto: Pedro Ferreira
Diana Fialho quer repetir julgamento Foto: CMTV
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química Foto: Direitos Reservados

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O Ministério Público pediu esta sexta-feira pena máxima, de 25 anos de prisão, para Diana Fialho e Iuri Mata, o casal acusado de matar a professora do Montijo, Amélia Fialho, mãe adotiva da jovem de 25 anos.

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Nas alegações finais do julgamento, em Almada, o procurador Jorge Moreira da Silva defendeu que o casal praticou os crimes em coautoria e apelidou o homicídio de maquiavélico: "Agiram de forma escabrosa e maquiavélica, com requintes de barbárie. Os dois agiram de forma frívola e animalesca, desferindo inúmeras pancadas com o objeto contundente."

As defesas pediram a absolvição do casal. "As provas são fracas e coxas. Ficam no ar muitas dúvidas", disse Tânia Reis, advogada de Diana.

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Iuri Mata - que está a medicamentos antipsicóticos e já se terá tentado matar duas vezes na cadeia - e Diana estão acusados de homicídio qualificado e profanação de cadáver. Crime foi em setembro de 2018.

O casal drogou Amélia e matou-a à martelada, por receio de Diana ser deserdada. Queimaram o cadáver num campo.

A sentença é lida dia 19, sexta-feira.

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